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DIÁLOGOS PELO MARANHÃO

Há exatos seis meses começávamos, em Imperatriz, um amplo debate sobre as condições de vida da população, em busca de soluções para os principais problemas de nosso estado. Ali se iniciavam os Diálogos pelo Maranhão, nome que marca e impulsiona o nosso movimento.
A proposta surgiu a partir da união de diversas forças políticas que, juntas, acreditam que o Maranhão necessita de um novo caminho. Para tanto, o movimento Diálogos defende um projeto político-administrativo pautado em três eixos principais: a Democracia, a Igualdade e o Desenvolvimento.
Elaboramos juntos um manifesto, que foi lançado em 15 de março deste ano na região tocantina e que tem sido debatido por todo o Maranhão. No documento, apresentamos o diagnóstico de um quadro social que precisa ser superado, e apontamos as propostas capazes de trazer oportunidades para nossa gente e valorização das riquezas que pertencem a todos.
Nessas andanças, estamos sempre atentos àquilo que nos dizem. Já passamos por mais de 40 cidades do Maranhão, em todas as regiões, ouvindo milhares de pessoas – cada uma com sua história de vida e de esperanças de uma vida melhor.
Muitos depoimentos me emocionaram ao longo dessas jornadas, alguns deles narrados nesta coluna. São relatos de pessoas que querem ter acesso a serviços públicos de qualidade, que precisam de mais atenção por parte do Poder Público e que querem ter acesso aos direitos que lhes são garantidos pela Constituição e pelas leis.
São casos de famílias saudosas dos seus filhos que tiveram que sair do estado para ter acesso a emprego; de cidadãos que peregrinam de pequenas cidades até outros municípios em busca de atendimento médico; de comunidades que lutam para ter seus direitos mais básicos reconhecidos, como o de ter acesso à agua ou à terra; e tantos outros exemplos de carências que colhemos Maranhão afora.
Todos esses relatos demonstram que é preciso reunir cada vez mais ânimo, entusiasmo e estar disposto a caminhar ao lado daqueles que acreditam que é possível e é necessário avançar. E sempre com a alegria de quem se dedica a uma causa justa, sem nenhum ódio ou rancor, olhando sobretudo para o futuro.
Ouvir o que as pessoas têm a dizer é o passo fundamental para se ter um diagnóstico real das condições de vida no Maranhão. São essas pessoas que sofrem concretamente com aquilo que, abstratamente, é retratado pelos institutos de pesquisa nacionais: os péssimos indicadores sociais do Maranhão, que escandalizam toda a Nação.
À vista de tanto sofrimento, não temos o direito de ter medo de chantagens, perseguições, retaliações, desse grupo que há 50 anos se apossou da coisa pública e teima em se eternizar para concentrar ainda mais riquezas e privilégios. O reino da imoralidade chegará ao fim.
Do sucesso do movimento Diálogos pelo Maranhão, extraímos a certeza de que muito em breve haverá no nosso estado o império da lei e da justiça. E temos a convicção de que as escolas, hospitais, universidades, estradas, empregos, tantas vezes prometidos e propagandeados, finalmente vão fazer parte da vida de todos os maranhenses.

Artigo de Flávio Dino

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ARCO ÍRIS DEIXOU SUA MARCA EM SANTA ÍNÊS

Em pé: O técnico Etenilson, Luis Carlos, Adão, Luís e Valber
Agachados: Evanylton, Ozeas, Marcos e seu filho e Hêgo
Aconteceu uma partida de futebol amador entre as equipes compostas por professores da Escola Municipal Arco Íris (Alto Alegre do Pindaré) e Horas Alegres (Santa Inês). O jogo foi cronometrado dois tempos de 20 minutos, e aconteceu na quadra poliesportiva situada nas dependências da própria instituição de ensino Horas Alegres, com início a partir das 11h.
O time da escola Arco Íris já adquiriu fama municipal de golear sem piedade seus adversários. Este time já goleou todas as outras equipes das escolas da sede de Alto Alegre do Pindaré e já marcou seu nome na história do futebol amador organizado pelos professores da rede pública municipal de Alto Alegre do Pindaré.
Neste último sábado, 14 de Setembro de 2013, o Arco Íris continuou seu ritual de massacre e desta vez a vítima foi o time dos professores da escola particular Horas Alegres.
Numa entrevista coletiva, o técnico do Arco Íris, Etenilson disse que esperava um desafio maior, porém reconheceu que foi muito fácil. “Nós temos uma equipe boa e entrosada. Isto justifica o fato de vencermos sempre por goleada”. Disse Etenilson.
Alguns torcedores da escolar particular presenciaram a goleada que o Arco Íris deu no Horas Alegres e abriam os braços, pedindo mais empenho do time, assim como acreditavam que poderiam reverter a situação.
Durante a partida não houve desentendimento entre os jogadores das duas equipes e o resultado encerrou com uma goleada marcante por 9 a 5 sobre o time Horas Alegres, sendo 2 gols do artilheiro Evanylton, 2 gols de Ozéas, 3 gols de Hêgo e 2 gols de Valber.
Segundo o técnico Etenilson a goleada teria sido superior se a equipe do Arco Íris estivesse completa. Dos desfalques do time ganha destaque Israel, que fez muita falta em mais uma das conquistas do time goleador.

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CORES DAS PAREDES PODEM INTERFERIR NO SONO

Assim como as cores das paredes de sua casa influenciam no seu humor, o mesmo acontece com os tons do seu quarto e a qualidade da sua noite dormida. Estudos comprovam que as cores das paredes podem interferir no sono, sendo que a cor mais indicada para o quarto é o azul, pois deixa os seus moradores mais tranquilos.
Os mesmos estudos sobre as cores das paredes podem interferir no sono também relacionaram a quantidade de horas de sono com as cores. No caso do azul, o tom permite as oito horas de sono – média necessária para que o corpo e mente descansem completamente. Além disso, essa cor ajuda a reduzir a frequência cardíaca e diminuiu a pressão arterial.
No entanto, não é apenas o azul, entre as cores tranquilas para o quarto estão, ainda, o amarelo, azul e verde, que oferecem um clima de aconchegado para passar a noite. Elas permitem que as pessoas durmam mais de sete horas.
Por outro lado, a cor roxa não é muito aconselhável na hora de como escolher cores para parede do quarto, uma vez que ela estimula o cérebro, o que dificulta que as pessoas iniciem o sono. Além disso, quem dorme em quartos com essa cor não conseguem dormir por mais de seis horas.
Os tons de roxo e lilás, inclusive, estão associados à arte, pois despertam a criatividade e, por isso, são mais adequadas para a sala e outros espaços da casa. No entanto, não combinam em nada com um sono profundo.
Enquanto isso, no ranking das cores tranquilas para o quarto quem fica na última posição são as cores cinza e marrom. Elas são as cores menos aconselháveis de escolher para o quarto, pois remete à tristeza.
Confira o ranking das horas de sono que cada cor proporciona:
Azul – 7h52
Amarelo – 7h40
Verde – 7h36
Prata – 7h33
Laranja – 7h28
Vermelho – 6h58
Dourado – 6h43
Cinza – 6h12
Marrom – 6h05
Roxo – 5h56
O melhor é optar pelas cores azul, amarelo, verde, prata e laranja, sendo que não é indicado pintar todas as paredes, senão, o ambiente fica muito pesado. Escolha apenas uma parede para a cor e nas demais opte pelos tons de branco, gelo e bege. Você também pode pintar apenas alguns detalhes com a cor diferente ou no caso do quarto de crianças, as paredes podem ser pintadas de azul, por exemplo, com um tom bem claro até a metade da parede, deixando o ambiente muito sofisticado.
Autor: Textual Conteúdo

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Flávio Dino se emociona em reencontro com comunidade quilombola de Frechal

A comunidade quilombola de Frechal (Mirinzal – MA) recebeu a caravana dos Diálogos pelo Maranhão no último final de semana. A primeira comunidade quilombola do Brasil foi reconhecida judicialmente por uma decisão de Flávio Dino quando era juiz federal, em 1994. O reencontro com os moradores da comunidade emocionou a todos os presentes.
19 anos depois do encontro acontecido na sede da Justiça Federal do Maranhão, seu Inácio Silva convidou toda a comunidade moradora do Frechal para relatar os momentos decisivos para que a legítima Terra de Preto fosse concedida aos atuais moradores.
“Nós tivemos muito medo de chegar aqui e ser expulsos ou de ter algum problema com o antigo dono. Mas o Flávio Dino, que era juiz do caso, disse: ‘Não se preocupem. Voltem para a terra de vocês, construam suas casas e façam suas plantações. Ninguém vai tirar vocês de lá, eu garanto’,” lembrou seu Inácio.

O primeiro encontro com Flávio Dino, na audiência que definiu Frechal como terra de quilombo, foi um momento de alento para seu Inácio e toda a comunidade. “Ele nos ajudou a entender não só nossos direitos, mas foi uma pessoa muito humana, nos recebeu e tirou nossas preocupações,” descreveu Juciene Silva, ex-presidenta da Associação da Comunidade Quilombola de Frechal.
Antes de virar a primeira comunidade quilombola, Frechal pertencia a um grande empresário maranhense, que possuía até uma pista de pouso na região. O local que hoje abriga a comunidade tem ainda todas as características da fundação, em 1792: continuam lá as moendas, a chaminé, o engenho, os locais que abrigavam a senzala e a casa grande.

De domínio de remanescentes de quilombos maranhenses, a comunidade produz hoje arroz, milho, mandioca, feijão e farinha. Outro atrativo do local são as manifestações culturais, que preservam as características das etnias Angola, Benguela, Mina, Cabinda, Congo e Mandinga.
“Esse foi o exemplo que vocês deram para todo o Brasil de que, lutando por uma causa justa e se mobilizando em nome de direitos, é possível mudar a realidade. Tudo o que ouvi aqui é uma lição de vida que levarei sempre,” disse Flávio Dino.

Líder do movimento Diálogos pelo Maranhão, Flávio Dino firmou com os moradores de Frechal um pacto pela luta de um Maranhão diferente. Acompanharam a visita os deputados Bira do Pindaré (PT), Marcelo Tavares (PSB), Rubens Pereira Júnior (PCdoB), Márcio Jardim (membro da Executiva Nacional do PT), além de lideranças políticas da região da Baixada Maranhense.

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AMOR QUE SACRIFICA

Uma senhora que vivia tentando por muitos anos ter um filho, viu seu sonho realizado. Recebeu dos braços da enfermeira um lindo bebê. Porém, qual não foi a sua surpresa quando notou que a criança havia nascido sem orelhas.
Preocupada, perguntou ao médico se o menino tinha perfeita audição. Um exame foi realizado e ficou constatado que o aparelho auditivo era normal. A mãe, conformada, levou o filho para casa. Seu amor não diminuiu pela criança, mas à medida que esta crescia observava o tratamento que outras crianças lhe davam.
Com freqüência seu filho voltava para casa chorando! Isso era como uma punhalada a ferir e magoar o coração daquela mãe. Consultou o médico, novamente perguntando se algo poderia ser feito pelo filho. O doutor revelou que se encontrassem alguém que doasse um par de orelhas, poderiam tentar um implante quando o rapaz chegasse aos 21 anos.
Os anos se passaram e um dia os pais revelaram a alvissareira notícia de que tinham encontrado alguém para doar as orelhas. A operação foi realizada com grande êxito. Qual não era a satisfação e a alegria daquela mãe ao contemplar o jovem, olhando-se no espelho e dizendo:
- Veja, mãe, sou agora como todos os outros rapazes. Voltava-se então, para sua mãe e lhe perguntava:
- Mamãe, quem foi que me doou este par de orelhas?
- Ah! Meu filho, agora não podemos revelar-lhe ma um dia irá saber.
Passaram-se os anos e o jovem casou-se e teve filhos, todos normais. Certa feita, ocorreu uma das grandes tristezas deste mundo: havia perdido sua mãe. Na sala funerária, pai e filho, olham pela última vez o corpo inerte, gélido, daquela senhora tão bondosa. Depois que todos saíram, o pai diz ao filho:
- Meu filho, venha comigo despedir-nos de sua mãe.
Ambos se aproximaram do esquife e ali pela última vez o filho contemplou sua querida mãe. De repente, para surpresa daquele filho, o pai puxa de lado os longos cabelos negros de sua esposa e o filho observa, pela primeira vez que sua mãe não tinha mais orelhas.
Esta é a grande dimensão do Amor! Oferta! Sacrifício! É um amnor incondicional, o amor de MÃE!!!
Texto de Vera Lúcia, enviado para meu email em 09 de Maio do corrente ano

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ESTRADA QUE PERMITE ACESSO AO ALOJAMENTO DA VALE É BLOQUEADA

Reivindicação da recuperação de 1 km de estrada, que a própria vale usa
Na manhã de hoje, Segunda-feira, 06 de Maio de 2013, vários moradores e moradoras da Vila CR Almeida – Alto Alegre do Pindaré, bloquearam a única via de acesso ao alojamento da Vale, em protesto aos inúmeros buracos, lama e da situação de precária que se encontra um pequeno trecho (aproximadamente 1 km) da estrada que liga ao alojamento. Os moradores exigem um reposicionamento da Vale, que só vem prometendo recuperar este pequeno trecho de estrada e até o momento não fez nada para minimizar este problema. Um dos moradores ainda afirmou que funcionários da Vale já entraram em contato várias vezes com a comunidade, informando em documentos escritos que o problema seria resolvido em trinta dias corridos.
Esta manifestação atrasou as atividades da Vale por algumas horas, pois o carro que transporta os maquinistas do alojamento ao trem ficou proibido de passar pelo bloqueio composto por pneus velhos, ferros, árvores e madeiras em chamas. Para os moradores locais o fundamento da manifestação originou-se a partir do descumprimento contínuo daquilo que a Vale havia prometido - recuperação do trecho da estradada.
Um dos moradores muito irritado com as promessas negadas pela Vale relatou que passou por um momento em que teve que locomover seu filho ao hospital e segundo este morador, teve muita dificuldade em atravessar o referido trecho da estrada em questão, quase intrafegável neste período chuvoso. Ele, com os ânimos exaltados desabafou: “agente só vai sair daqui quando chegar a máquina aqui e uma solução para este problema. Hoje eu iria trabalhar, mas não irei mais e não tem nem previsão de quando irei trabalhar. Isto é uma falta de respeito muito grande com os moradores daqui”. Disse um dos moradores.

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CÂMARA DE VEREADORES REALIZA PRIMEIRA SESSÃO DO ANO

A Câmara Municipal de Vereadores de Alto Alegre do Pindaré-MA realizou nesta última sexta-feira, 15 de Fevereiro do corrente ano a primeira sessão ordinária solene do primeiro período legislativo de 2013-2016. Dezenas de munícipes assistiram os discursos dos vereadores que marcaram o início da jornada de trabalho dos eleitos. Este ato solene aconteceu a partir das 10h na Casa Legislativa, localizada na Avenida JP Almeida, na sede do próprio município. A sessão foi presidida pelo presidente da Câmara Alan Kardec, que reversou a pauta dos discursos de forma alternada entre os vereadores. Ele ainda informou que nos momentos em que deva cobrar e aplaudir a iniciativas dos outros colegas fará com muita propriedade.
Os onze parlamentares que compareceram a sessão (Sr. Ray, Ronaldo, Eleno Paixão, Vilene Siqueira, Silvano Carolino, João Lago, Ramiro, Claudio, Joel Azevedo e José Raimundo) enfatizaram em seus discursos aspectos que apontaram para o crescimento municipal.
De forma resumida, o discurso destes parlamentares deixou claro que a preocupação é trabalhar com compromisso e responsabilidade na administração dos recursos municipais, tendo em vista o progresso do referido município em todas as instancias sociais e culturais. Eles fizeram uma explanação informal de alguns planos que darão atenção ao longo do ano.
Para o vereador Raimundo Moraes (Sr. Ray) a sessão seria um momento para apresentação, agradecimentos e comprometimentos entre os vereadores e o poder executivo, em prol do desenvolvimento social e econômico de Alto Alegre do Pindaré. Ele destacou o diálogo como um instrumento fundamental para o bom andamento da Câmara Municipal.
A vereadora da casa ressaltou que os vereadores têm um compromisso grande com o município e ainda disse: “como forma de reforçar meu compromisso com esta sociedade a qual faço parte, pauto minha fala com respeito nos princípios de um parlamento em defesa de um propósito comum - legislar em favor de toda a população altoalegrense.”, declarou Vilene Siqueira.
A crença de Vilene Siqueira está voltada para o trabalho conjunto com os demais parlamentares que compõem a Câmara Municipal como pano de fundo para a reconstrução de uma sociedade mais justa. De acordo com seus ideais, fará jus da confiança que lhe foi depositada e informou que atuará de forma transparente, na implantação, ampliação, aprovação e implementação de projetos de acordo com as necessidades da população.

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QUE JUSTIÇA HÁ NESTA DESPROPORÇÃO?

A Constituição Federal dispõe no Artigo 7º, inciso IV que o salário mínimo é um direito dos trabalhadores urbano e rural, com reajustes periódicos, sem distinção de sexo e destinado a atender as necessidades básicas de cada trabalhador e às de sua família. O referido Artigo ainda aponta as necessidades estão relacionadas à: moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social.
O conjunto composto por estas nove palavras no contexto brasileiro podem ser adjetivadas e entendidas como palavras mágicas, milagrosas e parideiras. Mas, de fato, o valor atual do salário mínimo está em sintonia com o que estabelece a Constituição? O trabalhador urbano ou rural conseguirá no período de um mês tudo o que prevê o artigo supracitado?
Em dezembro de 2012, o Governo Federal determinou por meio do DECRETO Nº 7.872/2012, publicado no Diário Oficial da União (DOU), o aumento do salário mínimo, de R$ 622,00 para R$ 678,00, vigorando a partir de Janeiro de 2013, conforme estabelece o Decreto acima. O acréscimo no mínimo foi aproximadamente 9%.
Segundo pesquisas divulgadas na internet, neste mesmo período o salário de um deputado federal passou de R$ 16,5 mil para R$ 26,7 mil. Aqui, o reajuste segundo cálculos da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) foi 61,8%. Além disso, cada deputado federal ainda tem direito a 14º e 15º salário e outras regalias aprovadas por eles mesmos.

O MEC tentando valorizar os profissionais da educação básica (professores) concedeu aumento no piso salarial destes profissionais. Com o aumento os professores terão piso de R$ 1.567,00. Segundo o Ministro da Educação, Aloizio Mercadante este valor deverá ser pago por estados e municípios a partir deste mês (fevereiro). Esta “valorização” é vista por muitos como desrespeito ao próprio professor, único profissional que forma todos os profissionais.
Enquanto os deputados e outros parlamentares tem reajustes exagerados, os professores, ao contrário adquirem reajustes chorados. Em 2011 foi de 18%, em 2012, 22 % e em 2013 foi 7,97%. A soma destes reajustes, apontam para uma vergonha nacional de desvalorização dos professores e professoras do “BRASIL, PAÍS RICO É PAÍS SEM POBREZA”.
Os deputados e outros parlamentares conseguiriam se adaptar e sobreviver com o novo piso salarial de professor, divulgado pelo ministro da educação? Certamente não, pois esse novo piso seria insuficiente até mesmo para arcar simplesmente com a indumentária que os referidos deputados pagam para frequentar seu local de trabalho. Com isso fica comprovado que em nenhum momento a educação no país foi tida como prioridade. Para Arnaldo Jabor, a educação aleijada do Brasil é um desejo desde a colônia, que se propaga até os dias atuais. Ele ainda destaca que "a miséria da educação brasileira não é um acidente e sim uma obra de século". Disse Jabor.