A Educação é uma das maneiras de tornar o conhecimento comum. Ela acontece principalmente nos espaços escolarizados - Educação Infantil ao Nível Superior - e dá-se de forma intencional, com objetivos determinados e certamente é um instrumento de libertação, quando planejada para este fim.
Considerando essa intencionalidade educacional, Alto Alegre do Pindaré sediou durante os dias 28, 29 e 30/11/2011 o 10º encontro do PAR que teve início no Teatro Municipal e encerrou hoje, 30/11 às 13:00h na Casa do Professor. Durante o encontro que envolveu XXXX participantes dos 12 municípios que fazem parte do Arranjo Estrada de Ferro Carajás - EFC foi bastante discutido o texto "o que aconteceria se quem decidisse as políticas educativas tivesse seus filhos nas redes públicas?"
Marília Novaes critica duramente os que defendem mas não acreditam no ensino de qualidade oferecido pela escola pública, visto que esses "defensores" mantem seus filhos matriculados em instituições privadas. Novaes ainda destaca que a escola pública deve assumir a responsabilidade de propiciar condições para as crianças se transformem em leitores autônomos, críticos e capazes de satisfazerem suas necessidades de conhecimento. Ainda segundo ela "não conseguimos formar uma comunidade de leitores se não construirmos antes o hábito de leitura (escola, secretaria, professores)"
Outro fator importante citado nesse encontro pela coordenadora do CEDAC relaciona-se aos aspectos indispensáveis que garantem a aprendizagem: estudar em classe, alimentar-se na escola, usar as instalações, usar o acervo e estudar em casa, sendo fundamental também a participação da família na vida escolar de seus filhos.
Considerando essa intencionalidade educacional, Alto Alegre do Pindaré sediou durante os dias 28, 29 e 30/11/2011 o 10º encontro do PAR que teve início no Teatro Municipal e encerrou hoje, 30/11 às 13:00h na Casa do Professor. Durante o encontro que envolveu XXXX participantes dos 12 municípios que fazem parte do Arranjo Estrada de Ferro Carajás - EFC foi bastante discutido o texto "o que aconteceria se quem decidisse as políticas educativas tivesse seus filhos nas redes públicas?"
Marília Novaes critica duramente os que defendem mas não acreditam no ensino de qualidade oferecido pela escola pública, visto que esses "defensores" mantem seus filhos matriculados em instituições privadas. Novaes ainda destaca que a escola pública deve assumir a responsabilidade de propiciar condições para as crianças se transformem em leitores autônomos, críticos e capazes de satisfazerem suas necessidades de conhecimento. Ainda segundo ela "não conseguimos formar uma comunidade de leitores se não construirmos antes o hábito de leitura (escola, secretaria, professores)"
Outro fator importante citado nesse encontro pela coordenadora do CEDAC relaciona-se aos aspectos indispensáveis que garantem a aprendizagem: estudar em classe, alimentar-se na escola, usar as instalações, usar o acervo e estudar em casa, sendo fundamental também a participação da família na vida escolar de seus filhos.



