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PERFIL DE EDUARDO PEDROSA

“A necessidade de mudança e de renovação no cenário político é uma realidade que todo brasiliense entende. Brasília precisa reconstruir sua história de autonomia parlamentar a partir de ideias novas, arejadas, capazes de compreender esse novo momento em que o Distrito Federal, o País e o mundo estão vivendo”.  
O jovem empresário Eduardo Pedrosa Filho, 23 anos é um dos novos nomes de políticos que nasceram em Brasília e que resolveram descruzar os braços para ajudar o Distrito Federal e o povo a retomar o caminho certo, com características que notabilizaram a cidade no passado, quando havia saúde, educação e segurança de qualidade e as nossas cidades eram exemplo para o resto do País.
Eduardo Pedrosa vem de uma família com tradição na defesa do Distrito Federal. Desde o pioneirismo do avô, o Seu Pedrosa, homem reconhecido pela coragem e empreendedorismo, passando pelo pai, Eduardo Pedrosa e pela tia, a deputada distrital Eliana Pedrosa. Aliás, como lembram os amigos, ele tem o espírito inovador e arrojado do avô. Consolidou sua primeira empresa ainda nos vinte anos de idade.
Eduardo Pedrosa quer fazer da sua indignação uma solução. “É revoltante ver que as nossas cidades tomaram caminhos tão distantes daqueles de antes. Falta segurança e a população está refém do medo. Nossas pistas além de precárias estão abarrotadas de carros. Isso porque falta um transporte de qualidade. Não existe uma política pública que valorize o professor e, consequentemente, construa escolas de qualidade. Esse é um desgoverno que precisa ser revisto. Precisamos fazer esse debate e a Câmara Legislativa é o lugar apropriado para nós, gente do povo, ganharmos voz”, disse.

A vida política de Eduardo Pedrosa pauta-se desde muito jovem nos ideais democráticos. “Mas agora chegou a hora de fazer mais. Tenho andado em nossas cidades. Converso com as pessoas. Vejo os problemas da comunidade. Acho que não podemos ficar imobilizados. Temos de participar, fazer a nossa parte. Eu vou dar voz ao povo. Meu mandato será o mandato de todos os milhares de brasilienses, nascidos aqui ou candangos de coração. Chegou a hora de fazermos história e o sangue jovem dessa cidade mostrará que o Distrito Federal encontrou um jeito novo de fazer política e atender verdadeiramente ao povo”, finalizou.
Mayara Amorim

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DIÁLOGOS PELO MARANHÃO

Há exatos seis meses começávamos, em Imperatriz, um amplo debate sobre as condições de vida da população, em busca de soluções para os principais problemas de nosso estado. Ali se iniciavam os Diálogos pelo Maranhão, nome que marca e impulsiona o nosso movimento.
A proposta surgiu a partir da união de diversas forças políticas que, juntas, acreditam que o Maranhão necessita de um novo caminho. Para tanto, o movimento Diálogos defende um projeto político-administrativo pautado em três eixos principais: a Democracia, a Igualdade e o Desenvolvimento.
Elaboramos juntos um manifesto, que foi lançado em 15 de março deste ano na região tocantina e que tem sido debatido por todo o Maranhão. No documento, apresentamos o diagnóstico de um quadro social que precisa ser superado, e apontamos as propostas capazes de trazer oportunidades para nossa gente e valorização das riquezas que pertencem a todos.
Nessas andanças, estamos sempre atentos àquilo que nos dizem. Já passamos por mais de 40 cidades do Maranhão, em todas as regiões, ouvindo milhares de pessoas – cada uma com sua história de vida e de esperanças de uma vida melhor.
Muitos depoimentos me emocionaram ao longo dessas jornadas, alguns deles narrados nesta coluna. São relatos de pessoas que querem ter acesso a serviços públicos de qualidade, que precisam de mais atenção por parte do Poder Público e que querem ter acesso aos direitos que lhes são garantidos pela Constituição e pelas leis.
São casos de famílias saudosas dos seus filhos que tiveram que sair do estado para ter acesso a emprego; de cidadãos que peregrinam de pequenas cidades até outros municípios em busca de atendimento médico; de comunidades que lutam para ter seus direitos mais básicos reconhecidos, como o de ter acesso à agua ou à terra; e tantos outros exemplos de carências que colhemos Maranhão afora.
Todos esses relatos demonstram que é preciso reunir cada vez mais ânimo, entusiasmo e estar disposto a caminhar ao lado daqueles que acreditam que é possível e é necessário avançar. E sempre com a alegria de quem se dedica a uma causa justa, sem nenhum ódio ou rancor, olhando sobretudo para o futuro.
Ouvir o que as pessoas têm a dizer é o passo fundamental para se ter um diagnóstico real das condições de vida no Maranhão. São essas pessoas que sofrem concretamente com aquilo que, abstratamente, é retratado pelos institutos de pesquisa nacionais: os péssimos indicadores sociais do Maranhão, que escandalizam toda a Nação.
À vista de tanto sofrimento, não temos o direito de ter medo de chantagens, perseguições, retaliações, desse grupo que há 50 anos se apossou da coisa pública e teima em se eternizar para concentrar ainda mais riquezas e privilégios. O reino da imoralidade chegará ao fim.
Do sucesso do movimento Diálogos pelo Maranhão, extraímos a certeza de que muito em breve haverá no nosso estado o império da lei e da justiça. E temos a convicção de que as escolas, hospitais, universidades, estradas, empregos, tantas vezes prometidos e propagandeados, finalmente vão fazer parte da vida de todos os maranhenses.

Artigo de Flávio Dino

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ARCO ÍRIS DEIXOU SUA MARCA EM SANTA ÍNÊS

Em pé: O técnico Etenilson, Luis Carlos, Adão, Luís e Valber
Agachados: Evanylton, Ozeas, Marcos e seu filho e Hêgo
Aconteceu uma partida de futebol amador entre as equipes compostas por professores da Escola Municipal Arco Íris (Alto Alegre do Pindaré) e Horas Alegres (Santa Inês). O jogo foi cronometrado dois tempos de 20 minutos, e aconteceu na quadra poliesportiva situada nas dependências da própria instituição de ensino Horas Alegres, com início a partir das 11h.
O time da escola Arco Íris já adquiriu fama municipal de golear sem piedade seus adversários. Este time já goleou todas as outras equipes das escolas da sede de Alto Alegre do Pindaré e já marcou seu nome na história do futebol amador organizado pelos professores da rede pública municipal de Alto Alegre do Pindaré.
Neste último sábado, 14 de Setembro de 2013, o Arco Íris continuou seu ritual de massacre e desta vez a vítima foi o time dos professores da escola particular Horas Alegres.
Numa entrevista coletiva, o técnico do Arco Íris, Etenilson disse que esperava um desafio maior, porém reconheceu que foi muito fácil. “Nós temos uma equipe boa e entrosada. Isto justifica o fato de vencermos sempre por goleada”. Disse Etenilson.
Alguns torcedores da escolar particular presenciaram a goleada que o Arco Íris deu no Horas Alegres e abriam os braços, pedindo mais empenho do time, assim como acreditavam que poderiam reverter a situação.
Durante a partida não houve desentendimento entre os jogadores das duas equipes e o resultado encerrou com uma goleada marcante por 9 a 5 sobre o time Horas Alegres, sendo 2 gols do artilheiro Evanylton, 2 gols de Ozéas, 3 gols de Hêgo e 2 gols de Valber.
Segundo o técnico Etenilson a goleada teria sido superior se a equipe do Arco Íris estivesse completa. Dos desfalques do time ganha destaque Israel, que fez muita falta em mais uma das conquistas do time goleador.

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CORES DAS PAREDES PODEM INTERFERIR NO SONO

Assim como as cores das paredes de sua casa influenciam no seu humor, o mesmo acontece com os tons do seu quarto e a qualidade da sua noite dormida. Estudos comprovam que as cores das paredes podem interferir no sono, sendo que a cor mais indicada para o quarto é o azul, pois deixa os seus moradores mais tranquilos.
Os mesmos estudos sobre as cores das paredes podem interferir no sono também relacionaram a quantidade de horas de sono com as cores. No caso do azul, o tom permite as oito horas de sono – média necessária para que o corpo e mente descansem completamente. Além disso, essa cor ajuda a reduzir a frequência cardíaca e diminuiu a pressão arterial.
No entanto, não é apenas o azul, entre as cores tranquilas para o quarto estão, ainda, o amarelo, azul e verde, que oferecem um clima de aconchegado para passar a noite. Elas permitem que as pessoas durmam mais de sete horas.
Por outro lado, a cor roxa não é muito aconselhável na hora de como escolher cores para parede do quarto, uma vez que ela estimula o cérebro, o que dificulta que as pessoas iniciem o sono. Além disso, quem dorme em quartos com essa cor não conseguem dormir por mais de seis horas.
Os tons de roxo e lilás, inclusive, estão associados à arte, pois despertam a criatividade e, por isso, são mais adequadas para a sala e outros espaços da casa. No entanto, não combinam em nada com um sono profundo.
Enquanto isso, no ranking das cores tranquilas para o quarto quem fica na última posição são as cores cinza e marrom. Elas são as cores menos aconselháveis de escolher para o quarto, pois remete à tristeza.
Confira o ranking das horas de sono que cada cor proporciona:
Azul – 7h52
Amarelo – 7h40
Verde – 7h36
Prata – 7h33
Laranja – 7h28
Vermelho – 6h58
Dourado – 6h43
Cinza – 6h12
Marrom – 6h05
Roxo – 5h56
O melhor é optar pelas cores azul, amarelo, verde, prata e laranja, sendo que não é indicado pintar todas as paredes, senão, o ambiente fica muito pesado. Escolha apenas uma parede para a cor e nas demais opte pelos tons de branco, gelo e bege. Você também pode pintar apenas alguns detalhes com a cor diferente ou no caso do quarto de crianças, as paredes podem ser pintadas de azul, por exemplo, com um tom bem claro até a metade da parede, deixando o ambiente muito sofisticado.
Autor: Textual Conteúdo

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Flávio Dino se emociona em reencontro com comunidade quilombola de Frechal

A comunidade quilombola de Frechal (Mirinzal – MA) recebeu a caravana dos Diálogos pelo Maranhão no último final de semana. A primeira comunidade quilombola do Brasil foi reconhecida judicialmente por uma decisão de Flávio Dino quando era juiz federal, em 1994. O reencontro com os moradores da comunidade emocionou a todos os presentes.
19 anos depois do encontro acontecido na sede da Justiça Federal do Maranhão, seu Inácio Silva convidou toda a comunidade moradora do Frechal para relatar os momentos decisivos para que a legítima Terra de Preto fosse concedida aos atuais moradores.
“Nós tivemos muito medo de chegar aqui e ser expulsos ou de ter algum problema com o antigo dono. Mas o Flávio Dino, que era juiz do caso, disse: ‘Não se preocupem. Voltem para a terra de vocês, construam suas casas e façam suas plantações. Ninguém vai tirar vocês de lá, eu garanto’,” lembrou seu Inácio.

O primeiro encontro com Flávio Dino, na audiência que definiu Frechal como terra de quilombo, foi um momento de alento para seu Inácio e toda a comunidade. “Ele nos ajudou a entender não só nossos direitos, mas foi uma pessoa muito humana, nos recebeu e tirou nossas preocupações,” descreveu Juciene Silva, ex-presidenta da Associação da Comunidade Quilombola de Frechal.
Antes de virar a primeira comunidade quilombola, Frechal pertencia a um grande empresário maranhense, que possuía até uma pista de pouso na região. O local que hoje abriga a comunidade tem ainda todas as características da fundação, em 1792: continuam lá as moendas, a chaminé, o engenho, os locais que abrigavam a senzala e a casa grande.

De domínio de remanescentes de quilombos maranhenses, a comunidade produz hoje arroz, milho, mandioca, feijão e farinha. Outro atrativo do local são as manifestações culturais, que preservam as características das etnias Angola, Benguela, Mina, Cabinda, Congo e Mandinga.
“Esse foi o exemplo que vocês deram para todo o Brasil de que, lutando por uma causa justa e se mobilizando em nome de direitos, é possível mudar a realidade. Tudo o que ouvi aqui é uma lição de vida que levarei sempre,” disse Flávio Dino.

Líder do movimento Diálogos pelo Maranhão, Flávio Dino firmou com os moradores de Frechal um pacto pela luta de um Maranhão diferente. Acompanharam a visita os deputados Bira do Pindaré (PT), Marcelo Tavares (PSB), Rubens Pereira Júnior (PCdoB), Márcio Jardim (membro da Executiva Nacional do PT), além de lideranças políticas da região da Baixada Maranhense.